Por iniciativa dos doutores Álvaro Guilherme Bizerril
Eugênio (in memorian) e Amaury Sanchez Oliveira, atual responsável
pela unidade, foi criado, em 6 de março de 1968, o Centro
de Ensino e Treinamento Integrado de Campinas. Lá, com
orientação e supervisão de uma equipe de
9 mestres, os residentes trabalham com vários tipos de
anestesia e procedimentos.
São seis vagas para cada uma das três turmas (R1,
R2 e R3) e a procura pelo curso é significativa. “A
ótima avaliação por parte dos profissionais
que já formamos faz com que registremos uma concorrência
de 10 candidatos por vaga. Esse número é decorrente
de um trabalho dinâmico de alto nível baseado na
integração entre teoria e prática”,
relata dr. Carlos Alberto Figueiredo Côrtes, co-responsável
pelo CET.
Segundo o médico, nas aulas teóricas, o conteúdo
exigido pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) é
seguido à risca e complementado por inúmeras atividades.
“Os alunos preparam seminários, participam de reuniões
científicas semanais e são orientados a fazer o
curso de educação continuada à distancia,
promovido pela SBA”, destaca.
Quanto à parte prática, além dos procedimentos
da grade, os residentes realizam estágios em diversas especialidades
com todo aparato instrumental e cientifico da Maternidade Campinas,
Santa Casa de Limeira, Hospital Pequeno Príncipe de Curitiba
e UTI do Centro Médico de Campinas.
Bom curso prático/teórico com equipe altamente
capacitada, aparelhos e monitores modernos em todas as salas cirúrgicas
e complementação profissional por intermédio
de estágios fazem do curso do CET Integrado de Campinas
um referencial à classe.
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