O CET HMCP da Pontifícia Universidade Católica
de Campinas foi fundado em 2002 e desde então a dra. Mônica
da Cunha Gobbo é responsável por ele. Antes desta
data, faziam parte do CET Penido Burnier, na mesma cidade. Credenciado
pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) e pelo Ministério
da Educação e Cultura (MEC), conta com 12 vagas
para ME1, ME2 e ME3, sendo que são quatro vagas para cada
turma. Até 2003 os residentes se formavam em dois anos.
A partir de 2004 passarão a cumprir três anos de
residência.
A programação do Centro segue rigorosamente as
normas da SBA e do MEC. A parte teórica tem carga horária
de seis horas semanais, divididas em seminários, discussões
de casos clínicos, revistas e trabalhos científicos,
avaliações práticas e provas trimestrais.
O CET HMCP constitui o Hospital Universitário, voltado
para o ensino, com vagas para residentes em todas as especialidades,
exceto o serviço de transplante renal. Os estudantes exercem
atividades práticas diariamente, em forma de rodízio,
em cirurgia obstétrica, ginecológica, geral, urológica,
infantil, plástica estética e reparadora, de cabeça
e pescoço, tórax, obesidade mórbida (gastroplastia),
de emergência, laparoscópica, oftalmológica,
vascular, e estão iniciando atuação em cirurgia
cardíaca. Também atuam junto aos setores de neurologia,
otorrinolaringologia, ortopedia, traumatologia e aplicam anestesia
para procedimentos diagnósticos.
Todos os residentes passam por estágio no CTI (Centro
de Terapia Intensiva) e fazem avaliação pré-anestésica
no ambulatório do hospital. Quando o CET ainda não
contava com o serviço de cirurgia cardíaca, os estudantes
passavam por este serviço no Hospital da Beneficiência
Portuguesa, em São Paulo. Existe um projeto em andamento
para que seja criado um ambulatório de dor crônica
dentro em breve.